13 de outubro de 2012

Pernambuco tem 64 novos projetos industriais, e Vitória será contemplada


Empresas somam investimento de R$ 1,7 bilhão e vão gerar 5.927 empregos.
Pernambuco terá 64 novos projetos industriais, com projeção de investimento de R$ 1,7 bilhão e geração de 5.927 empregos. A carteira de negócios foi aprovada, ontem, na 80ª reunião do Conselho Estadual de Política Industrial, Comercial e de Serviços (Condic), realizada na Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco. Diante da ameaçada de fim dos incentivos fiscais no País, o governo de Pernambuco decidiu aprovar o maior número de projetos nesta terceira reunião de 2012.

Os empreendimentos aprovados estão distribuídos em 25 municípios, em todas as regiões de desenvolvimento do Estado. “O volume significativo de investimentos é uma demonstração de que a economia de Pernambuco continua crescendo, a despeito da crise mundial. Nos próximos 10 anos, a previsão é que Pernambuco seja o terceiro Estado com maior nível de industrialização do País”, comemora o secretário estadual de Desenvolvimento, Frederico Amâncio.

Na lista dos 64 projetos industriais, o maior é o da Cervejaria Petrópolis, que assinou protocolo de intenção com o governo em agosto e teve a indústria aprovada na reunião de ontem. A companhia vai investir R$ 852,6 milhões em uma fábrica no município de Itapissuma e gerar 474 empregos. A boa notícia é que o ranking dos dez maiores projetos também contempla o interior (veja arte abaixo). Caruaru vai ganhar uma unidade da indústria de cerâmica Inbracer (R$ 57,1 milhões) e Vitória de Santo Antão terá uma planta da Roca Metais (R$ 42,3 milhões). Só a Inbracer vai gerar quase mil empregos.

Além dos projetos industriais, o Condic também aprovou projetos de implantação de nove centros de distribuição, que serão responsáveis pelo recolhimento de R$ 16,5 milhões em ICMS. São CDs da Cargill, das drogarias Big Ben, J. Macêdo e outros. A lista inclui, ainda, duas centrais de importação que vão somar compras anuais de R$ 40,8 milhões.

O secretário da Fazenda, Paulo Câmara, comentou que a votação no Supremo Tribunal Federal (STF) da súmula que acaba com a guerra fiscal entre os Estados foi adiada por conta do julgamento do Mensalão, que ocupou a pauta do STF. Leia mais na edição impressa do JC.



Do JC Online


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