17 de janeiro de 2015

Aeronáutica aponta falhas de piloto em acidente de Campos, diz jornal

Segundo reportagem publicada pelo jornal 'O Estado de S. Paulo', o piloto perdeu o controle do voo antes da queda


Uma investigação da aeronáutica sobre o acidente que matou o então presidenciável Eduardo Campos em agosto de 2014 aponta que a queda do avião foi causada por falha humana, de acordo com reportagem do jornal 'O Estado de S. Paulo', publicada nesta sexta-feira. A publicação conta que o principal fator que resultou na tragédia foi uma confusão do piloto, Marcos Martins, durante o procedimento de arremetida.

A anãlise do 'nariz' do jato Cessna Citation 560 XLS+ e o ângulo de colisão da aeronave com o chão levou a conclusão que os pilotos estavam buscando evitar o choque contra o solo e elevar a altitude. Fotos e vídeos comprovam a tese dos investigadores que levou a enteder que o Cessna não estava "caindo como um meteoro".

A reportagem também aponta que o piloto operou os aparelhos do avião em desacordo com as recomendações do fabricante e foi obrigado a abortar o voo e arremeter bruscamente. Esta perda de controle é o que os especialistas chamam de 'desorientação espacial', ou seja, quando o piloto perde referência e não sabe se está voando para cima, para baixo ou em posição normal.

Segundo informações da Aeronáutica, nos últimos segundos de voo, o avião embicou em um ângulo de 70 graus e caiu em potência máxima. Neste momento, o piloto pensou que estava em movimento de subida quando, na verdade, estava caindo. O acidente ocorreu na manhã do dia 13 de agosto de 2014 e matou todos os integrantes do voo, incluindo Eduardo Campos, quatro acessores, o piloto e o copiloto, Geraldo Magela Barbosa.


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